Relato de Brenna Escudocinzento, anã
Dia 17, mês 1, Ano I da Campanha
Jogador: Ihago
Finalmente cheguei à cidade da qual ouvi rumores que um grupo de aventureiros que tem ganhado notoriedade. Apesar do pouco tempo de convivência me pareceram confiáveis e me juntei aos mesmos a fim de adquirir raras antiguidades.
A primeira missão me foi dada logo no primeiro dia em que me juntei ao grupo. O objetivo se tratava cuidar de um bando mortos vivos bandidos, que vinham causando problemas para comerciantes que por sua área passavam.
Contudo antes da missão principal, vimos uma fumaça vermelha ao céu. Ao chegarmos lá encontramos uma Súcubos que acabará de sugar a vida de alguns humanos. Em situações normais teria prontamente matado aquela aberração. Contudo ela tinha vindo nos ajudar, tivemos uma conversa breve e pouco frutífera, e que ajuda se confundiu com problemas que em breve teremos que lidar.
Sem tempo para cuidar da Súcubos naquele momento, preparamos nossas provisões e partimos para o local onde aconteceu o incidente com os esqueletos. Chegando lá nos deparamos com algo que parecia ser uma antiga cripta. Ao investigarmos os arredores encontramos os restos de seu último ataque e uma passagem pouco secreta que nos levou à um ponto dentro lar das criaturas.
A primeira coisa que vimos foi uma caverna que no centro havia uma diminuta mobília, como se o mundo ali tivesse sido encolhido. Uma mesa repousava sobre um tapete ao qual se assemelhava com musgo, e sobre ela, minúsculas xícaras aguardavam um convidado e ali não estava. Os móveis, embora pequenos, exalavam uma presença antiga, quase viva. Ao movermos o tapete encontramos um vaso cheio de moedas de ouro que por sorte não havia encolhido também.
Ao continuar a exploração encontramos uma sala coberta por teias que vibravam ao simples toque. Parecia impossível atravessar, então decidimos queimar. As chamas se espalharam rápido e logo algo se moveu lá dentro. Uma viúva negra gigante surgiu, foi assustador, mas conseguimos derrotá-la. Quando o fogo se apagou, parte da sala havia virado cinza. Acho que algumas coisas preciosas se perderam ali. Espero que o que restou ainda conte alguma história.
Seguimos pela cripta e encontramos uma passagem bloqueada por uma grande pedra. Depois de removê-la, descobrimos um estranho pântano subterrâneo, com uma árvore antiga que parecia morta... Bom, até se mover. Ela falava, e logo percebemos que só queria descansar. Prometemos ajudá-la a encerrar seu ciclo e, antes de partirmos, ela nos deu uma semente. Contou também que os mortos-vivos haviam capturado uma pequena criatura alada talvez a dona daquelas xícaras minúsculas que vimos antes.
Depois de nos despedirmos da velha árvore, seguimos adiante e encontramos uma sala tomada por lixo e mau cheiro. Ao revirar a pilha, cinco ratos enormes saltaram contra nós. A luta foi dura, um dos nossos quase perdeu a vida. Conseguimos derrotá-los e levamos o ferido de volta até a árvore, pedindo que ela o protegesse até nosso retorno.
Nesse interim fomos a saída da cripta em busca de reforços, lá encontramos, sedento por aventuras, um clérigo que prontamente nos ofereceu sua ajuda. Seguimos e, mais à frente, demos de cara com uma verdadeira festa arromba de mortos vivos, quando ainda estavam vivos adoraria festejar com eles quando, porém hoje não passam de uma deturpação de tudo que é natural e bom. Montamos um plano: atrairíamos os inimigos até o lixo e queimaríamos tudo, depois soltaríamos a rocha sobre os que restassem. Oque deu certo. Bom... Pelo menos por um tempo. Pois mais uma horda veio ao nosso encontro, cercando-nos por todos os lados.
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