Histórias do Kahlabrezo, Goblin level 2, do jogador Aust.
Relatos de Sessão que cobrem, mais ou menos, as sessões 22-25.
PARTE I
Ora, mas veja só! Se não é minha galera favorita!!! Saudades de mim pessoal?! Eu sei, eu sei, todos estavam, então sem mais delongas, vamos iniciar mais um HISTÓRIAS DO KAHLABREZO!!!
Começamos a história de hoje nesse naipe, houve bafafa pra dar e vender em Vale Roto, um prostíbulo de sucesso, uma morte trágica, pessoas com muitas drogas e bebidas, enfim um caos (nem gosto... 😈 ), enfim, como minha amiga Nixs já disse anteriormente tudo foi resolvido.
Depois desse auê todo, resolvemos dar um downtime, a Nixs e a Robin decidiram tirar um tempo pra treinar, uma tava querendo virar o Usain Bolt e a outra começou a fazer zumba pra aumentar a resistência, durante esse tempo João foi procurar informações do Zé Corote com nosso espião, e parece que ele vendeu o livro pro Bogdan em troca de um fardo de corote azul... que canalha, nem pra trocar por uma bebida que prestasse.
De toda forma, a gente deu um susto nele e o João passou a contratar vários aventureiros para nos ajudar numa expedição a Caverna de Ermos, parece que uma galera tava fazendo uns assaltos lá e a gente pensa que talvez sejam os Víboras Fantasmas que nos enganaram da última vez, apareceu uma galera nova na casa, tanto contratados quanto novos aventureiros pra guilda, como o Luciferino Santos (o clérigo), Calvin Klein (o guerreiro) e Malvira Melveder (uma bruxa), que sejam todos bem vindos a nossa trupe do barulho!
Continuando, levamos um clérigo e um mago como contratados, e nessa expedição foi eu, a Brenna, o Trévor e minha querida lobinga Lua, em direção a caverna descobrimos uns rumores de que lá tinha uma taverna que o dono é um meio orc chamado Truglag, um apicultor estranho e misterioso e a trupe de bandidos que assaltavam comerciantes, os rumores diziam que a caverna assobiava estranhamente. Chegando lá armamos um plano, uns fingiam ser aventureiros de passagem com muita bagagem enquanto o resto ficava de tocaia e se escondia de prontidão.
Quando os bandidos aparecessem o mago lançava sono neles e a gente lidava com o resto, simplesmente um plano infalível 🤓 ☝️. A Brenna, o Trévor e o Juventino nosso clérigo foram servir de isca, enquanto eu a Lua e o Orbilus (nosso mago) ficávamos escondidos. Esperamos por um tempo até que um moço apareceu e abordou o grupo isca, dizendo que queria vender umas coisas e se aproximando com a bolsa nas mãos, o grupo recusou e quando ele se aproximou mais o Trévor bebeu uma poção de invulnerabilidade, o homem não sabia o que era, mas resolveu se afastar.
Só que depois ele ameaçou o grupo isca dizendo para eles não tentaram fazer "nada engraçadinho" e do nada entre as pedras num morro surgiu uns 4 bandidos com arcos a postos, a galera levantou as mãos e recuou com cautela, quando o Trévor deu o sinal o mago começou a lançar sono, mas os bandidos não foram surpreendidos, então começou o combate, a Brenna tomou uma flechada e ficou caída, o resto não acertou ninguém, o mago pôs os cabras pra dormir e minha Lua linda atacou o bandido deixando ele só o caco pro nosso amigo Trévor finalizar ele com extrema maestria, descapitando ele de forma crítica, como os bandidos estavam dormindo amarramos eles.
Quando fomos investigar o que tinham eu abri a bolsa do carinha decaptado e pra minha surpresa ela soltou um pózinho que me deixou meio sonolento, mas isso não era nada pro grande Kahlabrezo hahaha! Quando acordamos os caras eles estavam morrendo de medo, começamos o interrogatório e eles disseram que eram apenas peixe pequeno de um cara chamado Rothald que comandava esses caras todos para assaltar a trilha, perguntamos sobre as coisas das cavernas e as rotas para seguir até algum lugar, eles nos disseram tudo e pediram que não os matassemos, desamarramos eles e pedimos que mostrassem o caminho, mas assim que começamos a andar um pouvo o Trévor os matou a sangue frio dizendo que eles poderiam chegar na caverna e só gritar por ajuda, meio cruel mas sensato.
Entramos na caverna e seguimos o caminho dito, o vento soprava forte e as paredes faziam parecer um assobio, a Brenna protegeu a tocha para que não fosse apagada. Andando um pouco vimos uma cabeça de pedra com olhos sorridentes e um nariz pontudo que de sua boca saía uma água muito cristalina, direto para um latão logo abaixo, a Brenna experimentou a água e disse ser muito gostasa, fresca e revigorante, que se não tivesse tomado uma poção de cura agora a pouco isso com certeza a deixaria revigorada (esqueci de dizer que dei uma poção a ela, hehe sorry guys), enchemos alguns frascos e cantis com essa água e seguimos caminho.
Chegamos em um local cheio de pedaços de tocha e fuligem de fumaça para todo lado, tinha alguns caminhos para seguir mas fomos em direção a um que tinha barulho de pessoas conversando, olhamos para o lado e tinha um platão uma placa dizendo "Taverna do Truglag, puxe o sino para entrar" assim fizemos. Alguns minutos depois de tocar o sino apareceu dois orcs acompanhado de uma Lince gigante (minha Lua e ela começarama rosnar uma para a outra, mas não fizeram nada porque minha Lua é muito comportada), eles perguntaram o que queríamos e como descobrimos o lugar, então dissemos que descobrimos por rumores e que só viemos beber umas, eles falaram algo em orc que não entendemos, pegaram uma escada, subimos e nos acompanharam a entrar, como o local era iluminado não precisava de tocha, então descartamos ela.
Lá dentro parecia ser um ambiente normal de taverna, tinha alguns orcs de guarda e bebendo, e o dono realmente parecia um meio orc. Vimos uma galera parecida com os que tinham tentado nos assaltar e escutamos eles cantando músicas de bardo sobre o Rothald, parece que ele já foi um grande aventureiro na vida e agora estava nesse estado de ladrão de estrada. Escutamos com atenção e decoramos a música meio errônea deles, acho que bêbados não cantam muito bem. Fingindo ser fãs do Rothald nos enturmamos com os caras e eles nos levaram a ele.
Chegando lá quem nos recebeu foi um cara chamado irmão Salloric, um clérigo considerado o braço direito do Rothald, dissemos que queríamos um trampo, ele disse que tavam contratando mais capangas para assaltar a trilha, mas a gente vendeu bem nosso peixe dizendo que éramos muito habilidosos e que servíamos para algo melhor que só assaltar, se é que nos entendeu 💀 😈 .
Ele assentiu com um sorriso e disse que no momento não tinham esse tipo de serviço em demanda, mas que se tivesse ia nos chamar, o Trévor então começou a mostrar ser um grande fã do Rothald e isso pareceu convencer o irmão a abrir a porta e nos deixar entrar para falar diretamente com ele. Quando entramos vimos o Rothald sentado com um acordeão do lado, o Trévor novamente se mostrou estar encantando em estar na presença de um grande aventureiro como ele e disse que seria uma honra trabalhar junto dele (acho que ele não estava encenando, parecia mesmo que tinha se tornado um fã dele só pelas histórias), o Rathold começou a se empolgar e perguntar como conhecemos ele, inventamos um miguê dos bons e deu certo, ele disse que estava assim por falta de dinheiro, que assaltava, mas n matava ninguém pois ainda tinha honra.
Disse também que Bogdan estava atrapalhando seus planos de lucrar com assaltos pois seu negócio impedia a passagem de pessoas pela trilha, dissemos que ajudaríamos com o Bogdan e ele pareceu muito feliz, nos mostrou sua espada de duas mãos muito bem feita, até a Brenna que era uma anã reconheceu que era un trablho bem feito para um item feito por humanos.
Rothald disse que queria explorar essas cavernas pois ouviu histórias de que há muitos tesouros aqui, que era local de moradia de uma civilização arcana muito antiga e poderosa, que desvendaram os mistérios dos deuses mortos naquelas montanhas. Depois de compartilhar tal informação selamos uma aliança e comemoramos com festa, dança e bebidas!!
Espero que tenham gostado galerinha do mal, até o próximo HISTÓRIAS DO KAHLABREZO!!!